Arquivo para Repolho

Repolho conta causos dos 20 anos de sua história na web

Posted in Cena catarinense with tags , , , on 13/05/2011 by Blog do dcvitti

A veterana chapecoense Repolho se rendeu à onda modernosa e criou um tumblr contando peripécias de seus 20 anos de estrada no rock catarinense. Com histórias dignas de Kerouac, o tumblr bandarepolho.tumblr.com tá recheado de material da banda. Causos memoráveis, como seus shows com o Los Hermanos e a ocasião em que tocaram num presídio.

As 10:15 show da Pipodélica, as 11:00 show do Repolho, as 11:45 show do Los Hemanos e a 01 hora show da policia local. Sim a policia batia ponto com freqüência no local para ver se o bar estava cumprindo as regras. Chegavam sempre no horário determinado, entravam no bar de arma em punho e tirando as pessoas do bar. No show dos Los Hermanos eles estavam lá respondendo as provocações.

Além de valer pelo registro histórico (que é importante), serve ao propósito de funcionar como via de mão dupla que a banda faz com o público, consolidando ainda mais a cena independente do estado.

Os discos nacionais, ibero-americanos e internacionais mais importantes da década

Posted in Notícias do mundo rock with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/04/2011 by Ilhota Rock Festival

Senhor F.

A cena independente nacional desta década pagou o preço da transição entre o advento das novas formas de produção e divulgação por meio da internet e a ruína da indústria fonográfica tradicional. No entanto, antes de perder-se em lamúrias, artistas e bandas foram à luta e deram início à construção de novas bases para a economia da música no país. O resultado é uma inédita plataforma de festivais organizada na ABRAFIN, selos como Monstro Discos, Senhor F Discos e midsummer madness records, entre outros, e uma rede de casas de shows.

O portal Senhor F acompanhou o desenvolvimento dessa cena desde sua criação em 1998, quando as coisas engatinhavam, ainda de forma centralizada em algumas capitais. Nesta década, centenas de demos, “Singles”, “Eps” e discos passaram pelo portal, muitos deles ganhando visibilidade a partir das matérias e resenhas em nossas páginas. Apesar das dificuldades, o acesso às novas tecnologias abriu as portas para produções profissionais e, ao mesmo tempo, livres do padrão incolor do mainstream, que destruiu muitas bandas.

Sem a pretensão de abranger o conjunto da produção musical jovem da década, nossa lista busca identificar aqueles discos, dentre os independentes, que mais aprofundaram a linha do rock nacional. Assim como as listas anteriores – internacional e ibero-americana -, os 25 títulos correspondem a um mix de gosto pessoal e coletivo, expressão de nossa linha editorial e importância histórica. Alguns clássicos como O Bloco do Eu Sozinho, outros obscuros como Os Pistoleiros e Prozak, ou surpreendentes como a novata Macaco Bong, mas todos presentes na memória emocional de nossa redação.

O Bloco do Eu Sozinho, dos cariocas Los Hermanos, é unanimidade, pela qualidade musical e poética, assim como pela postura de rompimento com o esquema formal da indústria e a defesa da arte e da criação antes de tudo. O disco homônimo dos alagoanos Mopho é um clássico de todos os tempos do rock nacional, espremido naqueles anos 2000 de indefinição entre o velho e novo. O disco da gaúcha Superguidis, com seu pop-sujo, guitarras excepcionais e poesia cotidiana, marcou a entrada em cena da juventude emergente das periferias nacionais, impulsionadas pelo acesso à informação.

O álbum “Positivamente Mórbido”, dos curitibanos Pelebrói Não Sei, é um achado do início da década, com seu surpreendente mix de punk rock e extrema qualidade poética, com letras sinceras e coladas no cotidiano da juventude da época. Os cuiabanos Macaco Bong, com seu disco “Artista Igual Pedreiro”, com inventidade e despojamento, afirmaram definitivamente o novo espírito “do it yourself” independente. Já o gaúcho Frank Jorge com seu “Carteira Nacional de Apaixonado” deu início a construção de uma sólida carreira solo, além da herança da Graforréia Xilarmônica.

A também gaúcha Cachorro Grande com o disco homônimo de estréia definiu boa parte da sonoridade do início da década, com hits explosivos em disco e palco, que transforam a banda em um dos destaques do rock nacional atual. A goiana Violins, com o quarto discos, “A Redenção dos Corpos”, reforçou a linguagem “indie” com uma obra marcada pela radicalidade musical, poética e existencial. A acreana Los Porongas, também com disco homônimo, introduziu na cena do Norte no caldeirão nacional, com grande qualidade instrumental e poética.

A brasiliense Prot(o), por sua vez, com seu auto-intitulado disco de estréia, demarcou um novo terreno para o rock local, à base de guitarras eletrizantes e letras tão estranhas quanto geniais. Também de Brasília, Beto Só com o segundo disco “Dias Mais Tranquilos” confirmou suas qualidades autorais em canções de extrema sensibilidade e emoção. A gaúcha Bidê ou Balde, com “Se o Sexo é que Importa, só o Rock é sobre Amor!”, também demarcou o terreno fértil do início da década, em hits divertidos e dançantes.

Após um bem recebido disco de estréia, a banda Volver lançou o segundo disco, “Acima da Chuva”, contendo uma coleção de canções que transformou o quarteto no grupo mais importante da nova geração do rock recifense e do país. O surpreendente disco dos brasilienses Suite Super Luxo, El Toro!, apesar de ilhado em sua cidade, é um dos grandes discos de sua geração e do rock independente nacional. “Autoramas com Stress, Depressão e Síndrome de Pânico”, destacando a guitarra de Gabriel Thomaz, também foi um dos marcos da nova cena independente nacional.

A cavaleiro do single “Semáforo”, os cuiabanos Vanguart lançaram um dos discos mais importantes da nova geração do rock independente brasileiro da segunda metade da década. Já os brasilienses Móveis Coloniais de Acaju firmaram-se na cena nacional com o disco de estréia, “Idem”, que catapultou a banda para todos os palcos do país. De Chapecó, Santa Catarina, os já lendários Repolho consolidaram sua carreira com o segundo disco, “Vol 2”, unindo ironia, inteligência e diversão, com diversas participações especiais.

A também brasiliense Phonopop com seu disco de estréia “Já Não Há Tempo” introduziu na cena independente a melodia clássica em canções com a urgência do power pop. A carioca Astromato, com o belo “Melodias de Uma Estrela Falsa”, lançado em 2000, fez a ponte entre o “indie” dos anos noventa e a nova era independente. Tão obscuro quanto surpreendente, “Reciclando Almas” dos gaúchos Prozak, com ótimas guitarras e sonoridade outsider para os padrões do rock gaúcho tradicional, é um dos grandes discos “perdidos” da cena independente nacional.

“Um Compêndio Lírico de Escárnio e Dor”, dos goianos Réu e Condenado, é outra obra rara do rock independente desta década, com seu humor cortante e fino. Outro disco quase “perdido”, é o disco homônimo dos catarinenses Os Pistoleiros, ainda hoje a mais interessante experiência do folk rock nacional moderno. A paulista Os Gianoukas Papoulas, com “Panorâmica”, entregou para a cena independente uma bela coleção de canções refinadas. Por fim, a carioca Supercordas com “Seres Vivos ao Redor” resgatou a psicodelia nacional com qualidade autoral e instrumental.

Lista dos 25 discos mais importantes da década

  1. Los Hermanos – O Bloco do Eu Sozinho (Abril Music/2001).
  2. Mopho ­- Mopho (Baratos Afins/20000.
  3. Superguidis – Superguidis (Senhor F Discos/2006).
  4. Pelebrói Não Sei – Positivamente Mórbido (Barulho Records/2000).
  5. Macaco Bong – Artista Igual Pedreiro (Monstro Discos/Fora do Eixo/Trama Virtual/2008).
  6. Frank Jorge – Carteira Nacional de Apaixonado (Barulhinho/2000).
  7. Cachorro Grande – Cachorro Grande (Stop Records/2000).
  8. Los Porongas – Los Porongas (Senhor F Discos/2007).
  9. Prot(o) – Prot(o) (Monstro Discos/2003).
  10. Bidê ou Balde – Se o Sexo é que Importa, só o Rock é sobre Amor! (Antidoto/Abril Music/2000).
  11. Beto Só – Dias Mais Tranquilos (Senhor F Discos/2008).
  12. Vanguart – Vanguart (OutraCoisa/2007).
  13. Violins – A Redenção dos Corpos (Monstro Discos/2008).
  14. Autoramas – Stress, Depressão e Síndrome de Pânico (Astronauta/2000).
  15. Volver – Acima da Chuva (Senhor F/2008).
  16. Os Pistoleiros – Os Pistoleiros (Low Tech Recs/2000).
  17. Móveis Coloniais de Acaju – Idem (Independente/2007).
  18. Repolho – Repolho 2 (Independente/2001).
  19. Réu & Condenado – Um Compêndio Lírico de Escárnio e Dor (OutraCoisa/2004).
  20. Phonopop – Já Não Há Tempo (T-Rec/2005).
  21. Prozak – Reciclando Almas (Independente/2002).
  22. Astromato – Melodias de uma estrela falsa (midssummer madness records/2000).
  23. Suite Super Luxo – El Toro! (Protons/2005).
  24. Os Gianoukas Papoulas – Panorâmica (Independente/Virtual/2006).
  25. Supercordas – Seres Verdes ao Redor (Trombador/2006).

Fonte: Fernando Rosa do portal Senhor F.

Os 50 discos indies mais importantes dos últimos 10 anos

Posted in Notícias do mundo rock with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/04/2011 by Ilhota Rock Festival

Senhor F.

Dez anos se passaram desde que o disco “90 Graus”, dos gaúchos Walverdes foi lançado pelo selo Monstro Discos, de Goiânia. Ambos, selo e disco, eram ilustres desconhecidos no país, mas sinalizavam novos tempos. O selo Monstro Discos afirmou a idéia da independência como uma possibilidade real. Os gaúchos mostravam que era possível fazer rock com identidade e qualidade. O mundo mudou, novas tecnologias surgiram, mas um verdadeiro catálogo de clássicos sobreviveu ao tempo.

Neste mesmo ano de 1998, os alagoanos do Mopho, produziram outro marco independente, a sua primeira demo, ainda em cassete, que resultou no disco lançado em 2000, pelo selo Baratos Afins. Apresentado ao país pelo Zapp!, editado por Ricardo Alexandre, no Estadão, e por Senhor F, em matéria assinada por Fernando Naporano, o disco demarcou uma nova era para o rock nacional, chegando a conquistar fãs como Darian Sahanaja, dos Wondermints, que, depois, mixou o remake de “Smile”, de Brian Wilson.

Nessa mesma época, discos de bandas como Astromato, Vídeo Hits e Os Pistoleiros, em diferentes praias, mostravam que haviam novos caminhos para o rock nacional. Ainda, na virada de século, vieram outros discos clássicos, como os primeiros dos gaúchos Cachorro Grande e Bidê ou Balde e dos /brasilienses cariocas Autoramas. Bandas então desconhecidas como Pelebrói Não Sei também lançavam futuros clássicos. Artistas como Frank Jorge, Júpiter Maçã e Wander Wildner, por sua vez, ganhavam um novo fôlego para suas carreiras.

No meio do ainda confuso caminho entre o independente e o “mainstream” que marcou esse início de década, os cariocas Los Hermanos produziram o mais importante disco da década, “Bloco do Eu Sozinho”. Lobão também deixou sua marca com “A Vida é Doce” e grupos como Mundo Livre S/A, Nação Zumbi e Cordel do Fogo Encantado transitaram entre os dois mundos. Já em meados da década, songwriters como Beto Só deram as caras com ótimos discos, enquanto dezenas de grupos, como Faichecleres, Pipodélica e Phonopop também lançaram discos fundamentais para aquele momento.

O “Top-50” de Senhor F destaca ainda discos que, apesar de pouco conhecidos, conquistaram seu espaço pelo ineditismo e qualidade, do que são exemplos Os Pedrero, Grenade e Galinha Preta. Outras bandas como Eletrola, Repolho, StereScope, Dead Billies, e seus respectivos discos, por exemplo, cumpriram o papel de introduzir suas regiões no caldeirão nacional que se afirmava. Bandas como MQN e Thee Butchers’ Orchestra, por sua vez, garantiram a presença do rock mais visceral na cena.

Mais recentemente, bandas como Superguidis, Violins e Vanguart reafirmaram que a fonte da nova música jovem nacional é a cena independente. As novas tecnologias, por outro lado, facilitaram a produção, do que é um dos exemplos mais destacados o disco de estréia dos Superguidis. Por outro lado, com uma sucessão de discos importantes, a goiana Violins mostra que, além do “hype”, é fundamental um repertório criativo e consistente de canções. A maioria desses discos ficou restrito a um público especializado, mas isso não torna menor esse conjunto de obras. Ao contrário…

Top 50 independente de 1998-2008 (em ordem alfabética)

  1. Acabou La Tequila – O som da moda (RJ).
  2. Astromato – Melodias de uma estrela falsa (SP).
  3. Autoramas – Stress, depressão e síndrome de pânico (RJ).
  4. Beto Só – Lançando sinais (DF).
  5. Bidê ou Balde – Se o sexo é o que importa, só o rock é sobre o amor! (RS).
  6. Bois de Gerião – Bois de Gerião (DF).
  7. Brincando de Deus – Brincando de Deus (BA).
  8. Cachorro Grande – Cachorro Grande (RS).
  9. Cordel do Fogo Encantado – Transfiguração (PE).
  10. Eletrola – Eletrola (PA).
  11. Faichecleres – Indecente, imoral e sem-vergonha (PR).
  12. Frank Jorge – Carteira nacional de apaixonado (RS).
  13. Galinha Preta – 3 em 1 (DF).
  14. Grenade – Is an out of the body experience (PR).
  15. Júpiter Maçã – Uma tarde na fruteira (RS).
  16. Laranja Freak – Brasas lisérgicas (RS).
  17. Lobão – A vida é doce (RJ).
  18. Los Hermanos – O Bloco do eu sozinho RJ).
  19. Los Pirata – Los Pirata (SP).
  20. Los Porongas – Los Porongas (AC).
  21. Mopho – Mopho (AL).
  22. Móveis Coloniais de Acaju – Idem (DF).
  23. MQN – Hellburst (GO).
  24. Mundo Livre S/A – Carnaval na Obra (PE).
  25. Nação Zumbi – Fome de tudo (PE).
  26. Os Atonais – Em amplitude modulada (RS).
  27. Os Gianoukas Papoulas – Panorâmica (SP).
  28. Os Pedrero – Hard rock dreams … (ES).
  29. Os Pistoleiros – Os Pistoleiros (SC).
  30. Pelebrói Não Sei – Positivamente mórbido (PR).
  31. Phonopop – Já não há tempo (DF).
  32. Pipodélica – Simetria radial (SC).
  33. Prot(o) – Prot(o) (DF).
  34. Relespública – E o rock and roll Brazil!? (PR).
  35. Repolho – Repolho (SC).
  36. Retrofoguetes – Ativar Retrofoguetes! (BA).
  37. Sapatos Bicolores – O Clube quente dos Sapatos Bicolores (DF).
  38. StereoScope – Rádio 2000 (PA).
  39. Suite Super Luxo – El Toro! (DF).
  40. Superguidis – Superguidis (RS).
  41. The Dead Billies – Heartfull sessions (BA).
  42. The Maybees – The Maybees (SP).
  43. Thee Butchers’ Orchestra – Golden hits by … (SP).
  44. Vanguart – Vanguart (MT).
  45. Vídeo Hits – Doces, refrescos e tratamentos dentários (RS).
  46. Violins – A redenção dos corpos (GO).
  47. Volver – Canções perdidas num canto qualquer (PE).
  48. Wado – Cinema auditivo (AL).
  49. Walverdes – 90 graus (RS).
  50. Wander Wildner – Paraquedas do coração (RS).

Fonte: escrito por Fernando Rosa que é editor de Senhor F.

O Repolho catarinense

Posted in Bandas with tags , , on 05/10/2010 by Ilhota Rock Festival

Repolho - Volume 4 [Arte encarte verso]ATENÇÃO: este texto contém spoilers. Se não quiser ficar chocado com algumas declarações não leia.

Esse é o novo disco da banda Repolho. Tudo parece novo, mas tem muita coisa ali dentro que não é. Se fosse lançado por uma grande gravadora provavelmente ia ter uma campanha de marketing dizendo: “músicas novas, raridades ao vivo, releituras em versões impagáveis para velhos sucessos. Mas como é lançado independente, ele tá mais para aqueles encalhes da revista Mad que tinha uma capa nova, mas dentro era a mesma coisa de sempre. Pois bem, o disco novo do Repolho é isso. Tem 4 músicas totalmente novas e vários bônus com outras gravações em versões inéditas para velhos sucessos. Aproveito e aviso que a gente não aceita os bônus de volta.

Repolho - Volume 4 [Arte encarte frente]O lado A do disco (que só tem um lado) é formado por quatro músicas novas (que poderia ser um single, mas não é). E quem tocou baixo nesse repertório foi o Gabriel Bubu (doAmor e Los Hermanos). Baixista novo? Alguém pode perguntar, e a gente responde, os baixistas do Repolho sempre são novos e parecem ter prazo de validade curto, o que faz com que os discos do Repolho sejam gravados por baixistas diferentes: O primeiro (Vol. 1) foi gravado pelo Girino que era o baixista do que poderia ser considerado a versão clássica da banda; o segundo (Vol. 2) pelo Frank Jorge (da Graforréia Xilarmônica); o terceiro (Vol. 3) pelo Michel Marcon (dos Red Tomatoes); o compacto temático em vinil (intitulado Sorria Meu Bem) o baixo é tocado pelo Carlo Pianta (primeiro baixista do De Falla); e o próximo provavelmente vai ser gravado pelo Marcelo Mendes que é o baixista atual da banda (isso se ele se comportar bem). No disco, ainda, o Mendes faz pequenas participações (um vocal na “Paz na Xexênia” e um segundo violão nas músicas gravadas pra MTV).

A grande novidade do disco e que talvez não seja tão grande assim é que esse disco marca a volta do baterista da formação original Anderson Birde. Na verdade ele processou a banda alegando que ele havia sido expulso. E ganhou a causa. Como a gente não tinha dinheiro pra pagar as despesas readmitimos ele na banda como pagamento. E ele voltou bem faceiro que nem pinto no lixo. Traduzindo para o idioma local: pinto no abatedouro.

Repolho - Volume 4 [Arte mídia]O disco foi gravado em Porto Alegre no estúdio Fuinha Feliz (agora Estúdio LKR). Uma parceria com Osmarmottas, grande banda portoalegrense que toca em algumas faixas do disco e foram os responsáveis pela gravação e mixagem. A produção ficou a cargo da própria banda e a masterização ficou por conta do Thomas Dreher.

Além disso tudo que eu já comentei acima. Tem participações de muita gente bacana que fez e faz parte da história da banda.

Repolho – Vol. 4

  1. Benga em Liverpool.
  2. Meu bem Talvez Seja a Última História de Amor.
  3. Paz na Xexênia.
  4. Novembro Chuva.
  5. Carla Fernanda (ao vivo MTV).
  6. Lover Caos (versão fita cassete s/overdubs ou qualquer tipo de efeito).
  7. Abel e Cain (Versão Vol. 1).
  8. Charme de Cachorro (ao vivo MTV).
  9. Juvenal (Acapela ao vivo).
  10. Lilico Horse Flat (ao vivo c/bacon).
  11. Buca Chica Buca.
  12. Visita (versão Campo e Lavôra).
  13. Bulinando o Travesseiro (versão Chapô a Galeria).
  14. Bilú Tetéia (versão Horta da Alegria).
  15. Cimirely Banger (versão Horta da Alegria).
  16. Satânica (the new version).

Este disco não contém nenhum dispositivo contra cópias, e está disponível para download. Não compre CD original, pode ser pirata! Compre direto o pirata, dificilmente será original!

Quem toca baixo neste disco é o Gabriel Bubu (banda DoAmor).

Produzido pela banda Repolho.

Gravado nos estúdios Fuinha Feliz em Porto Alegre (julho de 2007).

Masterizado por Thomas Dreher.

Participações especiais: Os Marmotas de uma forma geral, mas de uma forma específica: Ricardo Panéla e Wagner Lagemann  (Vocais), Fabrício Gambogi (Piano e Tecladinho de brinquedo); Otávio Assis Brasil (Acordeon – Gaita); Gabriela Vilanova (Violino e Viola); Eric Thomas (Louro José, galinhas acústicas e palpites em geral).

Versões acústicas gravadas para MTV numa espécie de Repolho acústico ou quase isso.

Fotos: Roberto Panarotto.

Diagramação: Marcus Comparin (Estúdio Alice).

As mais diversas intervenções diversas foram sampleadas dos mais diversos tipos de referências diversas que compreendem o afinadíssimo universo particular da (marisa monte) banda Repolho.

Composição: Benga em Liverpool (Demétrio Panarotto e Marcelo Birck); Meu Bem Talvez Seja a Última História de Amor (Demétrio Panarotto e Marcelo Birck); Paz na Xexênia (Banda Repolho: Demétrio, Roberto, Birde e Girino); Novembro Chuva (Demétrio Panarotto e Eric Thomas).

Links dos Repolho

Fonte: banda Repolho.

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