Arquivo para Elvis Presley

Três vezes Elvis

Posted in Vídeos with tags , , , on 19/08/2012 by Ilhota Rock Festival

Fãs do mundo inteiro prestaram suas homenagens a Elvis Presley no dia de ontem, 17 de agosto, por conta dos 35 anos da morte (será?) do Rei do Rock. Presto a minha com a publicação de três momentos cruciais na carreira do filho da dona Gladys.: o primeiro disco completo (1955), o especial para a TV Comeback (1968) e um dos últimos shows dele (junho de 1977).

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Livro “Os Arquivos de Elvis” ganha edição nacional

Posted in Notícias do mundo rock with tags , , , on 12/02/2012 by Ilhota Rock Festival

Livro "Os Arquivos de Elvis" ganha edição nacional

Tendo sido quem foi, Elvis Presley não precisa de introdução. Goste ou não, não há quem não o tenha ouvido ou visto. E é fácil pensar que mais um livro sobre Elvis é apenas ‘mais um livro sobre Elvis’.

E “Os Arquivos de Elvis”, que chega ao Brasil pela Editora Madras, não tem mesmo a pretensão de revelar algo inédito ou revolucionar a história do cantor. O objetivo do livro, lançada originalmente em 2004, é o de ser uma espécie de referência básica sobre o artista, compilando momentos em fatos e fotos. A ordem cronológica dá o tom biográfico à obra.

O livro foi escrito por Todd Slaughter, presidente do fã clube britânico de Elvis Presley, e por Anne E. Nixon, considerada uma ‘expert’ em Elvis. Eles são os responsáveis por fazer de “Os Arquivos de Elvis” uma obra confiável.

O texto é direto e conciso, escrito da perspectiva de quem conhece o assunto, mas que usou o tempo como aliado para entender, nos dias de hoje, o mito que as décadas produziram. Apesar disso não há análises profundas ou passagens especulativas. É tudo muito objetivo nas mais de 150 páginas de “Os Arquivos de Elvis”.

Por isso mesmo, para o aficionado por Elvis o livro pode não ser tão legal, uma vez que ele já sabe tudo, já viu tudo e vai querer mais. A estes, os autores recomendam, nas entrelinhas, que visitem os locais onde Elvis nasceu, estudou, trabalhou, viveu e morreu – não há maneira melhor de se aproximar do músico. Para os demais, “Os Arquivos de Elvis” certamente revelará um charme especial.

Elvis PresleyEsse charme é reforçado pelas mais de 100 fotos que acompanham o texto. Entre conhecidas, raras e exclusivas, elas mostram vários momentos da vida do cantor – ainda criança de colo, adolescente empunhando uma arma de brinquedo e com uniforme militar, entre muitas outras – e ilustram a história positiva contada por Todd Slaughter.

Os Arquivos de Elvis” chega às lojas com o preço sugerido de R$ 84,90. É possível comprar o livro no site da editora:  ww.madras.com.br.

O dia mundial do rock

Posted in Notícias do mundo rock with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/07/2011 by Ilhota Rock Festival

Dia Mundial do RockEntre especiais de TV, comemorações e bebedeiras, vale a pena olhar prá trás e ver quanta historia já passou.

Dia 13 de julho é o dia mundial do rock! A data completa 26 anos hoje, o que configura um duplo aniversário, do rock e de seu próprio natalício. O Live Aid, concerto beneficente organizado por Bob Geldof em 1985, foi o evento escolhido para servir de marco para o gênero musical popular que nasceu, na verdade, na década de 1950.

Dia Mundial do RockO disco de Bill Haley and His Comets, “Rock Around the Clock”, lançado em compacto no dia 12 de abril de 1954 é considerado a primeira gravação de rock and roll da história. O gênero dançante se originava de uma aceleração do rhythm and blues com toques de folk music. Nessa época, o cenário pós-guerra na Europa e nos Estados Unidos suscitava na juventude uma urgência sem igual. Era preciso viver o hoje como se não houvesse amanhã, pois a qualquer momento, uma terceira e fatal guerra poderia eclodir.

Live AID, a festa que mudaria o mundo, as pessoas, mudaria um geração, um novo conceito de ver, ouvir, falar de musica. Grandes nomes passaram neste palco santuario de grandes lendas do rock. São 25 anos de muito rock para contar.

Lendas do Rock

Deuses do RockApadrinhado por um coronel, Elvis era o ídolo americano. Amoroso com a mãe, servente à pátria, bonitão, tingia os cabelos louros de preto para não ficar tão distante do universo blueseiro que o inspirava. A despeito da tez macia de Presley, o rock cinquentista abriu as portas para ídolos e sex symbols negros, Chucky Berry talvez tenha sido o maior deles.

Mas o primeiro compacto de Elvis, “That’s All Right Mama” foi o que encantou um menino órfão de mãe no outro lado do Atlântico. Paul McCartney se juntou a John Lennon por saber tocar e cantar todo a extensa letra de “Twenty Flight Rock”, de Eddie Cochran. Os Beatles vieram de Liverpool, cidade portuária empobrecida pela guerra, para a swinguing London, trazendo consigo gente como os selvagens Rolling Stones, mais tarde o Pink Floyd e o The Move com verdadeiras peças musicais de dez minutos.

Deuses do RockO Live Aid de 1985 foi organizado em benefício das vítimas da fome na Etiópia e aconteceu simultaneamente em Londres e na Filadélfia reunindo Led Zeppelin, Black Sabbah, David Bowie, Phill Collins (já fora do Genesis), Duran Duran, e novamente ele: Bob Dylan. Dylan, aliás, curtiu a idéia e apareceu no mesmo ano no especial beneficente Usa for África junto com uma pá de cantores americanos em coro para o refrão de Michael Jackson e Lionel Ritchie: “We are the world, we are the children”.

Passada a pedreira do hard rock e do punk dos anos 1970, a década seguinte trazia um mundo novo. Ditaduras caíram na América Latina, a Alemanha estava uma confusão só.

Deuses do RockNo Brasil, os famigerados anos 80 foram o berço do Brock. Em busca de uma identidade nacional modernizada, bandas de Brasília, de São Paulo, do Rio, do Sul, e até do mangue! A Legião Urbana de Renato Russo virou febre e passou de uma cópia em português do Joy Division direto para a história da MPB. O rock foi politizado, e as gravadoras amaram, afinal, acabávamos de sair de um governo militar repressor e entupido de ié ié ié. Os Paralamas do Sucesso, Titãs, Hojerizah, e Lobão meteram pau na situação do Brasil. Cazuza, Barão Vermelho, falaram da vida nas cidades; e Ultraje a Rigor, Ritchie, Blitz, João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, chutaram o balde com o besteirol sem fim! E depois?

A partir do final dos anos 1990, com a morte de Kurt Cobain, efêmero baluarte do rock tipo grunge, a indústria fonográfica começou a balançar as pernas e coleguinhas como o Pearl Jam começaram a tentar modelos alternativos de conquista de fãs. O Radiohead foi atrás dessa onda, o Oasis falou falou e no final das contas acabou brigando com todo mundo. Deuses do RockCom a chegada do século XXI, parece que muitos mitos do velho rock and roll começaram a desmoronar, a começar pelos Ramones que, de tanto se chaparem foram morrendo um a um. Em 2006, o lendário guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards apareceu na TV brasileira para falar do show em Copacabana e o repórter não pôde deixar de reparar nos dedos tortos e calejados, foi de horripilar! Em Londres, 2 de julho de 2005, o Pink Floyd se reuniu pela última vez no Live 8 (mais um concerto beneficente e comemorativo à memória do Live Aid, lembram?), já que em 2008, o tecladista Richard Wright morreu de câncer. O mesmo fez o Led Zeppelind em 26 de novembro de 2007, mesmo sem poder ressuscitar o fantástico baterista John Bonham, morto em 1980.

Atualmente tem uma moçada por ai fazendo um novo rock, bom não importa, o rock tem sua historia sua marca, e notório e não da para negar. O rock conquistou e conquista até hoje milhares de seguidores afim de uma boa musica e muita ideia boa na cabeça.

Chupado e cuspido de net!

Que dia e Hoje mesmo?

Posted in Notícias do mundo rock with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/07/2011 by Ilhota Rock Festival

Dia Mundial do RockHoje é dia 13 de julho! E daí? Hoje é o Dia Mundial do Rock. Sabe desde quando se comemora esta data? Desde 1985.

A mistura do country com o rhythm and blues, que nasceu em meados dos anos 50, não se tratava apenas de um novo gênero musical. Surgia um movimento, uma tendência, o processo de evolução da música e a mudança de comportamento de uma geração. Era o rock escrevendo sua história, ultrapassando as barreiras raciais e apresentando nomes como Little Richards, Chucky Berry e Bill Haley.

Dia Mundial do RockAssim começaram a transitar suas vertentes. Em 60, o rock se popularizou. Surgiam Elvis, Rolling Stones, Beatles… Cada grupo com suas peculiaridades, da forma de se vestir às danças extravagantes que moviam os fãs e criavam uma legião de seguidores hipnotizados com a música e estilos psicodélicos de alguns. Em meio à euforia explodiam o Metal, Heavy Metal, Punk, Grunge. Era o rock’n roll se dividindo e difundindo entre gerações, sentimentos e guitarras distorcidas.

Festival Live AidMas foi em 13 de julho de 1985, que o movimento se fortaleceu e ganhou data para ser comemorado. O Rock deixava de ser apenas uma forma de libertação de gerações, um gênero ou movimento musical. Foi durante o festival Live Aid, que aconteceu paralelamente na Inglaterra e nos Estados Unidos neste mesmo ano, que o rock uniu forças para acabar com a fome na Etiópia. Organizado pelo músico Bob Geldof, nomes como Black Sabbath (com Ozzy), Queen, U2, Status Quo, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Bob Dylan, Santana, The Who e Phil Collins apresentaram seus hits para arrecadar fundos e conscientizar a sociedade sobre o problema que atingia o país africano.

Deuses do RockO rock virou um movimento de consciência social. Outros festivais começaram a ocorrer na década de 80 e, em 2005, o evento se fortaleceu ainda mais e modificou o nome para ‘Live 8’. Desta vez, os países integrantes do G-8 e a África do Sul receberam artistas como Bon Jovi, Paul McCartney, Coldplay, Pink Floyd e Elton John em um festival apelando para que as dívidas dos países africanos, afetados pela fome, fossem perdoadas.

Festival Live AidHoje, 13 de julho de 2011, o rock ainda é celebrado em todo mundo. Músicos, grupos, artistas, composições e melodias do gênero não param de surgir. Os festivais continuam acontecendo em todos os países e grandes bandas ainda são esperadas com suas turnês de lançamentos. O movimento se fortalece, os pioneiros do rock continuam novos, os hits dos anos 50, 60, 70, 80 e 90 ainda são tocados e apreciados por seu público fiel.  Em uma época que todos os estilos se juntaram, o rock’n roll está mais democrático e ainda é o sinônimo de uma geração que realmente gosta de música, diversão e atitude!

Em homenagem ao Dia Mundial Do Rock, o Ilhota Rock preparou a trilha sonora oficial e mais que especial do dia com as melhores bandas do estilo. Mais rock and roll impossível, mas se faltou alguém na lista, fique a vontade de comentar que a incluiremos ou discutiremos o asunto:

  • Led Zeppelin – Rock N’ Roll.
  • Kiss – Detroit Rock City.
  • Judas Priest – Living After Midnight.
  • AC/DC – Jailbreak.
  • The Rolling Stones – Satisfaction.
  • Black Sabbath – Heaven and Hell.
  • Queen – I Want to Break Free.
  • Motorhead – Ace of Spades.
  • Deep Purple – Smoke on The Water.
  • Twisted Sister – I Wanna Rock.

Rock!

We will rock you. O rock segundo Hitler, Mao e Stalin

Posted in Notícias do mundo rock with tags , , , , , , on 13/01/2011 by Blog do dcvitti

Em uma atitude bem rock, os mais novos garotos propaganda de uma rádio russa deixaram de lado suas idéias bizarras e decidiram curtir boa música.

Adolf Hitler em sua fase Jackson FiveAdolf Hitler em sua fase Jackson Five

Os negros são o futuro da música.

 

Mao Tsé-Tung num show do Kiss, prestes a estirar a línguaMao Tsé-Tung num show do Kiss, prestes a estirar a língua

O rock pesado é a verdadeira Revolução Cultural.

 

Josef Stalin lembrando que Elvis não morreuJosef Stalin lembrando que Elvis não morreu

Eu abenço a América pelo Rock’n Roll.

 

Chupado da rede!

U2 devem muito a David Bowie

Posted in Notícias do mundo rock with tags , , , on 18/11/2010 by Ilhota Rock Festival

U2 devem muito a David Bowie“A América teve o Elvis, nós o Bowie”, diz Bono. Líder da banda irlandesa não poupa elogios ao “camaleão”.

Os U2 estão eternamente gratos a David Bowie, disse Bono em entrevista à Rolling Stone. O líder da banda britânica explicou que o músico teve um papel preponderante no sucesso da sua banda e compara-o a Elvis Presley.

“O Bowie não tinha medo de usar a escala, de dramatizar as coisas. Os seus alinhamentos não eram uma mera jukebox que ele percorria do início ao fim. Era drama”, começa por dizer Bono. “Não estarei a exagerar se disser que aquilo que o Elvis significou para a América foi o que o David Bowie significou para o Reino Unido e a Irlanda. A mudança de consciências foi radical”.

O músico recorda ainda a primeira vez que viu o “camaleão” na televisão: “Quando o vi pela primeira vez, ele estava a cantar ‘Starman’ na televisão, foi como se uma criatura estive a cair do céu. Os americanos levaram o homem à lua. Nós tivemos o nosso homem britânico do espaço – com uma mãe irlandesa”.

Recorde-se que os U2 estão neste momento a preparar um novo álbum de originais com o produtor e músico Danger Mouse. O sucessor de No Line on the Horizon deverá chegar às lojas no início de 2011.

 

Fonte: Site da revista Blitz.

A história da banda Casa das Máquinas

Posted in Bandas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27/08/2010 by Ilhota Rock Festival

Casa das MáquinasCasa das Máquinas é uma da banda brasileira de rock, fundada na década de 1970.

A história começa quando José Aroldo Binda (Aroldo) e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes da banda Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli conhecido como Pisca , Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da banda Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos que tocava órgão, piano, saxofone e flauta. No começo ficaram conhecidos como “os novos Incríveis”, fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluia músicas de Elvis Presley, Paul Anka, Chubby Checker, Neil Sedaka, entre outros. Nas apresentações vestiam figurinos, se maquiavam e davam grandes performances teatrais no palco. Em 1974 entraram em estúdio e gravaram seu primeiro LP, intitulado Casa das Máquinas.

Neste primeiro disco a banda seguiu um padrão mais hard rock, que lembrava muito o estilo dos Incríveis. Com a saída de Pique, logo depois da gravação desse disco, a vaga se abriu para um virtuoso tecladista da época, Mario Testoni Jr., que trouxe Marinho Thomaz (bateria), irmão de Netinho. Ambos deram um grande vigor para a banda na época (foram uma das primeiras bandas de rock a usar dois bateristas). Entraram em estúdio e gravaram Lar de Maravilhas em 1975, onde foi adotado um estilo mais progressivo. Nessa época Netinho conheceu um grande compositor, ainda menor de idade, chamado Catalau, que havia sido descoberto em 1976 por Pisca e Netinho. A primeira letra que fez foi “Rock que se cria”. Compõs com a banda dois discos, Lar de Maravilhas (1975) e Casa de Rock (1976).

Casa das MáquinasNo disco seguinte ocorreram algumas modificações na formação: Carlos Geraldo e Aroldo saíram e o grupo passou a procurar por um vocalista e um baixista. Foi à vez de Simbas assumir os vocais principais; ex-vocalista do Mountry, banda de bailes e shows da época, Simbas trouxe para o grupo sua voz e seu estilo andrógino no palco. Netinho ofereceu o convite para Simbas logo que chegou de uma viagem a Londres, indicado por Caramês (jornalista da revista POP); Simbas ainda teria tido outra oferta de ser vocalista da banda Tutti Frutti, de Rita Lee, porém optou pela proposta de Netinho e ingressou no Casa das Máquinas. Entraram em estúdio e gravaram Casa de Rock, sem baixista; Pisca fez as linhas de baixo e só depois foi convidado João Alberto para assumir o posto de baixista. Nessa mesma época o Casa conseguiu uma apresentação na TV Tupi, que não foi ao ar por causa da censura; Simbas teria vestido roupas chamativas e feito movimentos exóticos, e este teria sido o principal motivo.

Mais tarde o vídeo estaria disponibilizado na internet. Agora seria a vez de Marinho Testoni deixar a banda; seu contrato acabou na época e ele recebeu uma boa proposta para integrar o grupo Pholhas. Seguindo o caminho a banda continuou sem tecladista fixo; Pisca, que era o gênio instrumental, tocava teclado em algumas musicas que não precisavam de guitarra, como “Vale verde” e “Mania de ser”. Entraram em estúdio e gravaram o videoclipe da música “Casa de Rock” que continha um cenário com máquinas e andaimes, lembrando mesmo o nome da banda, e publicado mais tarde no Fantástico, da TV Globo. Quase no fim da carreira fizeram um show em Santos em 1978 que foi gravado em uma fita cassete e depois pirateado para CD, uma das últimas apresentações do grupo, que depois ficaria parado até dezembro de 2003.

O fim da banda

Casa das MáquinasCasa das Máquinas, enquanto grupo, acabou em 1978, não por um motivo específico, mas por uma conjunção de fatores. Alguns motivos que podem ter causado o fim da banda foram os seguintes:

  • O mercado fonográfico iniciava o processo de “profissionalização”, fechando as portas para aqueles artistas que na época tinham propostas com qualidade, porém que tinham retorno a longo prazo.
  • A disco music estava crescendo no Brasil, ocupando assim o espaço que antes eram terreno de bandas como o Casa das Máquinas.
  • A ditadura militar, já em fase de agonia, fazia questão de incomodar ao máximo, bandas como o Casa das Máquinas eram taxados como maconheiros, bichas, arruaceiros e marginais. Utilizavam diversos pretextos para impedir a banda de se apresentarem na TV.
  • Finalmente, houve o episódio da morte de um cinegrafista da TV Record, depois de uma briga que envolveu alguns membros do grupo. Segundo uma das versões do ocorrido, Simbas, que chegara aos estúdios da Record para se apresentar no programa de Raul Gil em um veículo dirigido por seu irmão, preferiu utilizar-se do portão dos fundos, em vez de entrar pela frente, onde estariam fãs. Enquanto Simbas descarregava seus equipamentos, um motorista de ônibus que encontrou o caminho da saída bloqueado teria começado uma briga, e ao retornar e tentar apartar foi impedido por um câmera da Record, com quem acabou trocando chutes e socos; posteriormente o câmera teria sido internado em um hospital e acabaria falecendo devido a uma perfuração causada por uma fratura de costela. Simbas teve de responder judicialmente, e, apesar de absolvido por homicídio, foi condenado por agressão.

Quando a banda acabou os integrantes tomaram os seguintes rumos: Simbas e Marinho Thomaz receberam o convite de Luiz Carlini para fazerem parte do Tutti Frutti, João Alberto seguiu Marinho Testoni para participar do Pholhas, Pisca permaneceu trabalhando como compositor e arranjador para outros nomes da música brasileira e Netinho retomou em sua antiga banda, Os Incríveis.

O retorno

Casa das MáquinasA possibilidade do retorno da banda havia sido estudada há tempos, em dezembro de 2003. Netinho remontou a banda para uma apresentação única em Matão, interior de São Paulo, e a resposta do publico foi melhor que a banda esperava. Nessa formação contaram com Netinho, Marinho Testoni e Marinho Thomaz, e foram chamados Nando Fernandes vocais, Andria Busic (Dr. Sin)no baixo e Sandro Haick na guitarra.

O retorno concretizou-se no final de 2007. A banda prepara um novo álbum para 2008, trinta anos após seu antecessor. Além de canções inéditas dando sequência à carreira, contará com algumas regravações em novos arranjos.

Em janeiro de 2008 foram convidados para tocarem no Festival Psicodália de Carnaval, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, com um público de 3000 pessoas e um repertório totalmente inédito. A formação que se apresentou festival em 3 de fevereiro de 2008 contou com Netinho seu irmão Marinho Thomaz, Marinho Testoni, Andria Busic e Faíska.

Os Integrantes

Casa das MáquinasFormação atual:

  • Luiz Franco Thomaz (Netinho) (1972-presente): bateria e percussão.
  • Mário Franco Thomaz (Marinho) (1975-presente): bateria e vocal.
  • Andria Busic (2003-presente): baixo e vocal.
  • Faíska (2003-presente): guitarra.
  • Mário Testoni Jr. (1975-presente): órgão, teclados e piano.

Ex-integrantes:

  • José Aroldo Binda (1972-1976): violão, guitarra e vocal.
  • Carlos Roberto Piazzoli (Pisca) (1972-1978): guitarra, órgão, baixo e violão.
  • Carlos Geraldo Carge (1972-1976): baixo e vocal.
  • Maria José (Simbas) (1977-1978): vocal.
  • João Alberto (1977-1978) – baixo:
  • Pique (1972-1975): piano, saxofone, flauta e órgão.

Discografia

  • Casa das Máquinas: 1974.
  • Lar de Maravilhas: 1975.
  • Casa de Rock: 1976.
  • Ao Vivo em Santos (bootleg): 1978.
  • Pérolas (coletânea): 2000.
  • Ensaio 2007 (edição limitada, vendida apenas no Festival Psicodália): 2008.

Videografia

  • Vídeo gravado na TV Tupi cantando “Vou Morar no Ar”.
  • Videoclipe da música “Casa de Rock’, gravado para o Fantástico.
  • Videos gravados no Festival Psicodália, em 2008.

Fontes: http://missodamissa.vilabol.uol.com.br/ e http://www.rockprogressivo.com.br/canais/bio/casa.htm. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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