Os Últimos Românticos da Rua Augusta convidam


A música folk é eterna porque tem suas raízes fincadas em nossos corações. Essa característica é comum na música feita por dois grupos musicais que estão invadindo a cidade de São Paulo.

Os Últimos Romanticos da Rua Augusta e Mustache & Os Apaches acreditam no verdadeiro romantismo e na aventura de sair cantarolando pelas ruas da megalópole e ocupando todos os espaço bacanas que nela existirem. Nesse sábado, dia 13 de agosto, eles estarão na Casa do Mancha, na simpática Vila Madalena, com seus instrumentos acústicos e suas canções, dando inicio aos embalos de sábado a noite.

Os Últimos Românticos da Rua Augusta

O que dizer de um quinteto acústico que assume a elegância de ser romântico, mesmo que esse romantismo navegue em linhas tortas e subversivas, domínio peculiar das figuras carimbadas que preenchem esse conjunto musical.

Palavras não desbravariam esse caminho. Junte o rei do punk-brega, Wander Wildner, o guitar-hero do Ultraje a Rigor, Sergio Serra, o percursionista da Ultramen, Malásia, as composições de Kaly da banda Stuart e os baixos de Cristiano Carlos e conclua o trajeto.

No percurso, há também um certo tom de saudosismo na forma de se vestir elegantemente, de praticar o romantismo em sua essência e principalmente em manter a crueza e simplicidade do ambiente folk, repleta de violões num clima quase intimísta.Formada um pouco depois do fim do mundo, em São Paulo, por não-paulistanos, Os Últimos Românticos da Rua Augusta são nômades. Mergulham num mundo das canções em coro, com refrões envenenados, que transitam no que eles mesmo rotulam de “Folk-punk-jazz de apartamento”.

Mustache & Os Apaches

Formada por artistas que se dedicam além da música, à pintura e ao circo, a banda se tornou um pouco mais cênica. Além da performance musical buscam elementos do espetáculo para compor o seu mise-en-scéne. A banda é acústica e se inspira em clássicos do dixieland, swing jazz, Standards jazz, folk e rock`n roll para desenvolver seu trabalho e sua identidade. Com pouco tempo de formação  saíram para as ruas a tocar, o que os impulsionou a criar com velocidade exponencial. O encontro direto com o público trouxe espontaneidade e versatilidade.  Tocam em lugares peculiares. Optou-se pela descontração de tocar nas ruas, ônibus, praças, feiras, parques e atender a convites.  Em apenas seis meses de vida realizou shows em outras capitais como Florianópolis e Rio de Janeiro e no interior de São Paulo na cidade de São José do Rio Preto convidados pela prefeitura da cidade.  Na capital paulistana tocou na programação da Galeria Olido e em casas noturnas como At Nine, The Pub e a festa Voodoo Hop.

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