O caso Ecad – Parte I


ECAD

Como havíamos discutido aqui no blog no finalzinho do ano passado, o caso que rendeu o que falar em todas as parte, do “caso Ecad”, fomos pesquisar a respeito e encontramos coisas interessante ao assunto e gostaríamos de iniciar um novo debate em torno da questão. Publicaremos, eventualmente, artigos relacionados às ações e atribuições entorno do Ecad que renderam destaques na rede.

Antes de mais nada, não somos contra a instituição e nem a questão de sua atuação, atribuições, finalidades e objetivos, tanto aos seus critérios de cobrança, pois assim como o Clube do Rock, uma associação de direito legalmente constituída na forma da lei, reconhece o Ecad como um defensor dos direitos autorais e são esses os motivos de sermos independentes.

Vamos ao primeiro caso, e se você avaliou interessante, comente, copie, cole e passe pra frente…

Terrorismo

A Câmara de Florianópolis aprovou projeto do vereador Gean Loureiro (PMDB) que isenta entidades filantrópicas, associações sem fins lucrativos, escolas, creches e templos de qualquer culto de recolherem taxas de direitos autorais impostas pelo temível Ecad, caça-níqueis que virou o terror geral dos proprietários de qualquer ambiente público, do boteco pé-sujo ao restaurante fino.

Artigo foi publicado em várias mídias, sendo uma deles esse site.

 

Rock!

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