Tudo o que você queria saber sobre Allen Stewart Königsberg, mas tinha preguiça de procurar


Woody Allen

O aspecto real do absurdo nos envolve na façanha de imprimirmos feições variadas de uma mesma opinião, seja ela divagada demasiadamente ou intelectualmente, dependendo da forma como ela nos é transmitida. Ora percebemos tudo como o lado da subjetividade humorística feita pela simplicidade categórica de implementar referencialmente pontos e artimanhas próprias e dignas da  translação cosmopolita, e outra nos levamos superficialmente pela contemplação de belíssima tradução do pensamento mútuo em relação ao contemporâneo.

Das neuroses humanas a autocrítica, descrevemos que mais que mera forma de representação, subscrevermos o entendimento de tão apurada simetria em causas universais, onde incluem-se arte, criatividade, certa genialidade e comprometimento com a difamação do absurdo moderno.

Leva-se em conta que a materialização das idéias mais criativas possam vir da aparência mais medonha e subestimada, e nem por isso julga-se medíocre ou fora de mão, mas completa pela sua forma própria e individual, ideias singulares, precisas, capazes de reconhecimento próprio, e propícias para adoração, como em termos pragmáticos, o gosto pela coisa!

Transportados os receptores de tais ideias à caminhos diversos da própria mente, podendo criar o entendimento único e percepção apurada de acordo com o próprio grau de apropriação de tais informações geradas pela pequena figura criadora da irreverência criativa e genial. Dicotomia ambígua de propensão instigante, levando tanto ao entretenimento como ao estudo intelectual de fatos e circunstâncias abstratas conhecidas e vivenciadas pela grande massa, e por isso tão sinceras e reais.

No geral é o grande palco do absurdo, do impensável para o palpável, e do subjetivo para o lógico, lúcido, e com a coerência destinada ao nervo central da conduta ética humana e indo até a depravação mental, com intuito talvez de inverter e subordinar o que é concebível e torná-lo interessante, mas de maneira completamente distorcida, com conceituação às avessas, e transfiguração do teatro das causas improváveis.

Tudo aquilo que queríamos saber pelo conhecimento da mente humana, mas não tínhamos humor o suficiente para alcançar, como uma proposta arrebatadora de pensamento satírico sobre aspectos tanto da história mundial, como nos pequenos casos isolados, que por propensão, são universais também. Toda obra criativa tem sua genialidade, estas palavras de Goethe definem de certa forma o potencial de todos aqueles que prezam pelo exercício de uma arte, ou também por aqueles que a contemplam ao presenciar e avaliar tal feito, assim como podem não aderir da mesma idéia,  mas isso são questões meramente levianas.

Toda esta confusão é para tentarmos chegar perto do pensamento do Senhor Woody Allen!

Aqueles que assistirem suas obras e a enxergam como eu, acredita-se que em certa parte podemos distinguir e diferenciar o consciente do objetivo, subjetividade humorística e pensamento empírico, Sócrates e o homem, filosofia e marginalidade mental, do gênio para o sociólogo, enfim, é um conjunto de valores que falam por si só, e antes que a confusão aumente, deixamos o texto por isso mesmo, para que ninguém desperte enxaquecas internas pela mera apropriação de palavras esquisitas. São 74 anos de idade, e 45 dedicados ao cinemas, isto sem falar em seus livros.

Apresento aqui a lista de seus livros

  • Cuca fundida.
  • Sem plumas.
  • Fora de órbita.
  • Que loucura.
  • A lâmpada flutuante.
  • Adultérios.
  • Pura anarquia.

Eis a lista de filmes para conhecimento de todas as causas e consequências

  • O que é que há, gatinha? – 1965.
  • O que há, tigresa? – 1966.
  • Cassino Royale – 1967.
  • Quase um sequestro – 1769.
  • Um assaltante bem trapalhão – 1969.
  • Bananas – 1971.
  • Sonhos de Um Sedutor – 1972.
  • Tudo o que você sempre quis saber sobre sexo mas tinha medo de perguntar – 1972.
  • O dorminhoco – 1973.
  • A última noite de Boris Gyrushenko – 1975.
  • Testa-de-ferro por acaso – 1976.
  • Noivo neurótico, noiva nervosa – 1977.
  • Interiores – 1978.
  • Manhattan – 1979.
  • Memórias – 1980.
  • Sonhos eróticos numa noite de verão – 1982.
  • Zelig – 1983.
  • Broadway Danny Rose – 1984.
  • A rosa púrpura do Cairo – 1985.
  • Hannah e suas irmãs – 1986.
  • Rei Lear – 1987.
  • A era do rádio – 1987.
  • Setembro – 1987.
  • A outra – 1988.
  • Contos de Nova Iorque – 1989.
  • Crimes e pecados – 1989.
  • Simplesmente Alice – 1990.
  • Cenas de um shopping – 1991.
  • Neblina e sombras – 1992.
  • Maridos e esposas – 1992.
  • Um misterioso assassinato em Manhattan – 1993.
  • Tiros na Broadway – 1994.
  • Poderosa Afrodite – 1995.
  • Todos dizem eu te amo – 1996.
  • Desconstruindo Harry – 1997.
  • Celebridades – 1998.
  • Poucas e boas – 1999.
  • Trapaceiros – 2000.
  • O escorpião de Jade – 2001.
  • Dirigindo no escuro – 2002.
  • Igual a tudo na vida – 2003.
  • Melinda e Melinda – 2004.
  • Match Point – 2005.
  • Scoop – O Grande Furo – 2006.
  • O Sonho de Cassandra – 2007.
  • Vicky Cristina Barcelona – 2008.
  • Tudo Pode Dar Certo – 2009.
  • You Will Meet a Tall Dark Stranger – 2010 (ainda sem título em portugês).

…E ainda esperamos por muito mais!

Os filmes em negrito significam suas grandes obras-primas.

E se você estranhou o nome dado no título, aquele é o verdadeiro nome de Woody Allen!

Escrito por Thiago Luis de Souza. Naga é membro Clube do Rock, sendo diretor financeiro e um dos organizadores do Ilhota Rock Festival.

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