Reflexões de uma terça-feira à tarde é uma das músicas do projeto solo de Gustavo Kaly, intitulado Kaly e os Hóspedes do Chelsea

Postado em Cena catarinense com as tags , , , , , , , , , , , , em 24/02/2012 por Ilhota Rock Festival

Kaly e Os Hóspedes do Chelsea

Ao iniciar o processo criativo de uma obra, o artista cria seu próprio mundo, exila-se em ideias e ultrapassa os níveis de realidade. Desde as primeiras pinceladas em uma tela branca, as primeiras linhas de frases tortas em um caderno de rascunho e os primeiros acordes ainda sem rumo em um piano desafinado no canto da sala até a assinatura carimbada no canto do quadro, o ponto final, o último acorde, há um processo único, individual que só depende de uma pequena soma de fatores para a contemplação – inspiração, criatividade e talento.

Por mais que vivemos em dias mais claros, em que fronteiras entre o artista e o público estão cada vez mais estreitas e a acessibilidade joga a nosso favor, existe um bloqueio de metodologias que divide a primeira fase, reclusa e criativa, em que só a obra e o artista conflitam, com a segunda, a de tornar sua obra visível e ao alcance de todos.

É redundante tentar entender o novo mundo em que vivemos, onde a comunicação é a intersecção de classes, de ideias, de raças e crenças. A tecnologia abrindo espaços inexplorados e novas plataformas de difusão amplificando horizontes nunca antes alcançados.

A produção do disco “Porres, Ressacas e Canções”, assim como a de seu primeiro clipe “Reflexões de uma terça-feira à tarde” transita nesse universo, coração e mente, de superar conceitos medianos de qualidade e alcançar patamar que o novo mundo exige. Sem a união de tais forças, a alma que envolve este projeto talvez não tomaria tal corpo, esboçado aqui.

Gustavo Kaly teve várias de suas composições regravadas por outros músicos e bandas, incluindo Wander Wildner (“Um bom motivo”, “Boas notícias”), Carbona (“Os lindos refrões que um velho ensinou”, “Um mundo sem Joey”) e Jimi Joe.

É o principal compositor da banda Os últimos românticos da Rua Augusta, formada em 2010, e já inserida na mídia e público em geral devido a notoriedade de seus integrantes.

Com mais de 100 composições, em toda sua trajetória, Gustavo Kaly começa sua carreira solo acompanhado de sua banda, os Hóspedes do Chelsea, formada por músicos da cena independente da cidade de São Paulo.

Algumas das principais influências da sua fase solo: Da literatura Beatnik à música de cabaret, passando pelo Jazz e Blues, tem como principal influência o Folk, com o som repleto de violões e valorização ao acústico, navega num universo que vai de Johnny Cash, Neil Young e Dylan, a Violent Femmes, Beck e Wilco. Os limites esticam-se ainda de Chet Baker a Ramones, The Clash a Leonard Cohen, além do rock dos anos 80 brasileiro, rock gaúcho e a milonga argentina.

Kaly e os Hóspedes do Chelsea são

  • Disco: Porres, Ressacas e Canções (Em fase de finalização)
  • Gustavo André Moura (Kaly) – Composições, vozes, violão 6 cordas
  • Marco Brito – Baixo, violão 12 cordas, guitarras
  • Rafael Marco (Magola) – Bateria
  • Sergio Serra – Guitarra e violão de nylon
  • Wander Wildner – Participação especial em vozes e backing vocal
  • Produzido por Marco Britto e Alejandro Marjanov
  • Mixagem: Alejandro Marjanov

Equipe principal do clipe

  • Roteiro: Aline Biz e Gustavo Kaly
  • Direção: Aline Biz
  • Assistência de Direção: Dante Vescio
  • Produção: Laila Pas
  • Produção Executiva: Luciana Siebert
  • Direção de Fotografia: Aline Biz e Leonardo Rudá
  • Direção de Arte: Thabata Picasso
  • Making of: Cleverson Cassaneli

Entenda o projeto

Em meio ao processo de pré-produção do primeiro clipe de Kaly e os Hóspedes do Chelsea, “Reflexões de uma terça-feira à tarde”, deparamo-nos com a dificuldade para cobrir os gastos básicos de produção – sendo que se refere a um projeto totalmente independente.

O objetivo do valor a ser arrecadado (2560,00) é cobrir gastos de produção como alimentação, transporte e telefone. Além de fornecer um orçamento mínimo para a arte e fotografia e, deste modo, uma liberdade maior para a criação. Se aproximadamente 150 pessoas (amigos, família, admiradores da boa música e de bons clipes…) ajudarem com apenas quinze reais, esse projeto será devidamente finalizado e vocês, claro, receberão suas humildes, mas carinhosamente pensadas, recompensas. Se você quiser ajudar com mais, ainda melhor! Mais chances de alcançarmos o valor necessário e recompensas ainda melhores!

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Reflexões de uma terça-feira à tarde

Postado em Cena catarinense com as tags , , , , , , , , , , , , em 23/02/2012 por Ilhota Rock Festival

Reflexões de uma terça-feira à tarde é uma das músicas do projeto solo de Gustavo Kaly, intitulado Kaly e os Hóspedes do Chelsea.

Em meio ao processo de pré-produção do primeiro clipe de Kaly e os Hóspedes do ChelseaReflexões de uma terça-feira à tarde, deparamo-nos com a dificuldade para cobrir os gastos básicos de produção – sendo que se refere a um projeto totalmente independente.

O valor arrecadado cobrirá gastos de produção como alimentação, transporte e telefone. Além de fornecer um orçamento mínimo para a arte e fotografia e, deste modo, uma liberdade maior para a criação. Se 150 pessoas (amigos, família, admiradores da boa música e de bons clipes…) ajudarem com apenas quinze reais, esse projeto será devidamente finalizado e vocês, claro, receberão suas humildes, mas carinhosamente pensadas, recompensas.

Se você quiser ajudar com mais, ainda melhor! Mais chances de alcançarmos o valor necessário e recompensas ainda melhores em jogo!

Para doar: catarse.me/pt/projects/541-reflexoes-de-uma-terca-feira-a-tarde

Velhas Virgens: Rockin’ Beer Tour 25 Anos

Postado em Notícias do mundo rock com as tags , , , , , , , em 22/02/2012 por Ilhota Rock Festival

Velhas Virgens: Rockin' Beer Tour 25 Anos

Clube de Cinema Fora do Eixo no Grito Rock 2012

Postado em Cena nacional com as tags , , , , , em 17/02/2012 por Ilhota Rock Festival

Bollywood Dream

Longa Bollywood Dream é a 1ª distribuição do Compacto.Cine

Compacto.Cine é um novo modelo de distribuição adotado pela DF5, através do qual serão lançados longas e curtas metragens independentes bimestralmente. O lançamento do projeto acontece justamente durante o Grito Rock e os filmes pretendem atingir coletivos, cineclubes e pontos exibidores por todo país!

Para iniciar o projeto foi escolhido o filme Bollywood Dream, de Beatriz Seigner. A narrativa envolve três atrizes brasileiras que decidem tentar a sorte em Bollywood, indústria cinematográfica da Índia. Entretanto, uma vez inseridas no coração da cultura indiana, seus sonhos se modificam pelo contraste entre o oriente e o ocidente, o ancestral e o novo, os valores individuais e os coletivos.

Bollywood Dream acaba de ser indicado em todas as categorias para o prêmio Sesc Melhores Filmes 2012.

Longa Bollywood DreamPara participar da campanha e exibir o longa na sua cidade você só precisa preencher o formulário de inscrição. Em seguida, a equipe do Clube de Cinema entrará em contato para compartilhar a ficha de sessão e o link para download do filme.

Qualquer dúvida que surja, não hesite em acessar os agentes do Clube de Cinema FDE, através do e-mail clubedecinema@foradoeixo.org.brPor enquanto, fique com o ótimo trailer.

PósTV

PosTV

Sexta campanha do Festival, a da PosTV estimula a integração online do grito ao vivo, no momento que ele é realizado na sua cidade, re-transmitindo shows, entrevistados; e integrando a comunicação web do festival. É idealizada pela Emissora Fora do Eixo, e atua para que cada Grito amplifique sua comunicação com o público online e com outros gritos, interagindo nas redes sociais.

Para participar basta preencher o formulário e se cadastrar. A Universidade Fora do Eixo disponibilizou uma cartilha para transmissão ao vivo em vídeo, com o objetivo de capacitar agentes com noções básicas de audiovisual.

Com os dados do cadastro, a equipe de comunicação irá acompanhar o trabalho na área técnica e de geração de conteúdo online (integração com outras transmissões de gritos de outras cidades). Participe!

Obs* Caso a transmissão seja realizada com convidados, tenha mediação, divulgação prévia, vise a formação e aprofundamento do conhecimento; se caracterizando como DEBATE; é uma ação da campanha #9 Observatório No Grito.

Grito DOC

GritoDOC

A idéia geral da campanha Grito.DOC é estimular a experimentação geral de filmagem e expandir a produção do gênero documentário, produzindo vídeos das edições do Grito de maneira livre, cada realizador decide o formato para o seu filme utilizando gêneros como Videoclipes, Videopoemas, Videoarte, Videodança bem como Documentários de Ficção podem utilizar de interpretação e encenação como possibilidades de criação.

Uma das interfaces que o Grito.DOC pode realizar também é o diálogo com o material em foto e vídeo gerado pela Cobertura Colaborativa de cada edição do Grito. Os resultados produzidos pela campanha serão compilados para constituir um vídeo final, que será o documentário integrado de todo o festival.

Para inscrever a proposta de realização do Grito. DOC, leia o regulamento e preencha o formulário até o dia 14/02.

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Paul McCartney diz que parou de fumar maconha por causa da filha

Postado em Notícias do mundo rock com as tags , , , , , em 17/02/2012 por Ilhota Rock Festival

Paul McCartney Rolling Stone - Paul McCartney diz que parou de fumar maconha por causa da filha

Beatrice, de oito anos, rompeu uma relação de mais de quatro décadas entre o ex-beatle e o entorpecente.

O ex-beatle Paul McCartney revelou que, em razão de sua filha caçula, finalmente parou de fumar maconha, aos 69 anos. Em entrevista à edição de março da revista norte-americana Rolling Stone, Paul admitiu que, depois que passou a criar a pequena Beatrice, de apenas oito anos, fruto de seu relacionamento com a ex-modelo Heather Mills, desenvolveu “um senso de responsabilidade”.

“Já fumei muito. Agora chega”, afirmou. “Já tive minha dose. Quando você passa a cuidar de uma criança, seu senso de responsabilidade interior o desperta em algum momento, se você tiver sorte”. (…) “É o suficiente. Chega uma hora em que você simplesmente percebe que aquilo não é mais necessário”, admitiu.

Segundo o cantor britânico, é também em razão de Beatrice que ele decidiu encurtar a duração de suas turnês pelo mundo. “Não fazemos mais turnês gigantes, como aquelas megatours que o U2 faz e que não acabam nunca”. “O que fazemos atualmente são eventos e em datas seletivas. Isso tudo por causa da custódia [de Beatrice]. Em um primeiro momento, eu pensei, ‘Deus, será que isso vai se tornar um problema?’. E acabou virando uma bênção”.

Paul sempre admitiu ser admirador da erva, mas que também passou por muitos problemas relacionados às drogas, até mais que seu colega de banda John Lennon, que tinha uma reputação de “usuário” muito mais forte do que a dele.

Quem o introduziu à maconha foi o cantor e compositor Bob Dylan, em 1964, durante um encontro em Nova York. O norte-americano ficou surpreso com o fato de que, até então, Paul nunca tinha experimentado a erva. Três anos depois, já tendo se tornado um grande consumidor, já militava pela legalização da droga. Depois, suas experiências com entorpecentes se ampliaram com a cocaína, heroína, LSD e uma série de substâncias psicodélicas que teriam inspirado os Beatles em muitas de suas maiores canções.

Em 1972, chegou a ser preso na Suécia e na Escócia por posse de drogas. Pelo mesmo motivo foi também foi deportado do Japão e de Barbados durante a década de 80.

Durante seu segundo casamento com, Heather Mills, que durou apenas quatro anos (2002-2006), ele tentou parar após receber um ultimato da esposa: “ela ou as drogas”. Durante o turbulento processo de divórcio e na disputa pela custódia de Beatrice, Mills acusou Paul de consumir maconha “tão regularmente quanto um britânico toma chá”, e que dificilmente poderia ser um bom exemplo para a filha.

Sem planos de parar

Na mesma entrevista, o músico também revelou que os Beatles já chegaram a cogitar um retorno, mas entenderam que ele poderia desmistificar a banda; “Sempre dissemos de maneira convincente um ao outro: ‘Nós fechamos nosso ciclo’. E, o mais importante, (a volta) poderia dar tão errado que estragaria todo o ideário gerado em torno dos Beatles. A ponto de passar a impressão de que ‘nossa, ele não eram tão bons assim’. Portanto, a ideia de voltar nunca nos pareceu muito convincente”, afirmou.

Paul também revelou que chegou a ser persuadido a encerrar a carreira ao completar 50 anos de idade, por influência de seu então agente. Atualmente, porém, sequer planeja pensar no assunto. “Nunca vou acreditar que terei 70 anos, não importa o que você diga. Há uma pequena célula em meu cérebro que me fará nunca aceitar isso”, afirma. Hoje, Paul se imagina tocando nos palcos aos 80. “Eu acredito que sim. Se isso vai se tornar realidade eu não sei”.

Ele afirma que só pensa em encerrar a carreira quando não sentir mais prazer no que faz, o que seria o contrário do que ocorre hoje. “Quando dizem para mim ‘Abra espaço para os mais jovens’, eu penso: ‘F***-se, eles que tracem seus próprios caminhos. Se eles forem melhores do que eu, eles irão me superar’. O Foo Fighters, por exemplo, não tem qualquer problema, eles são bons. Fazem a sua parte”, afirma.

Som Ao Vivo # 03 – Skrotes, Hangovers e Doutor Jupter

Postado em Bandas com as tags , , , , , em 16/02/2012 por Ilhota Rock Festival

TVMB traz nesta semana três bandas muito especiais: todas fazem um som muito bom e duas têm em comum o fato de serem instrumentais. Os vídeos foram enviados pelas próprias, em apresentações que se destacam na carreira dos grupos.

Hangovers é um power trio instrumental de Porto Alegre, um grupo daqueles que a gente sempre quis formar na adolescência, quando sonhávamos em ser rockstars. São duas guitarras carregadas de distorção e uma bateria com pegada forte e direta. Não tem baixo, nem vocal, nem teclado. É o mais puro rock pesado, sem frescura. Formada por Liege Milk (bateria), Theo Portalet (guitarra) e Gabriel Lixo (guitarra), nada convencionais, tem influências como Melvins, Kyuss, Mudhoney, TAD, Helmet, Nirvana, QOTSA, Jon Spencer Blues Explosion e Sepultura, entre outros. Nesse vídeos eles tocam a música ‘Eis-me a transpirar tal qual um suíno’. Delicado, não?

Hangovers e Doutor Jupter

Os Skrotes (não confundir com a banda americana de nome parecido, eles não estão nem aí pra ela!) não são uma banda cover. De jeito algum! Eles são é uma mistura de jazz, rock, um pouco de reggae, alguns sintetizadores, uma boa dose de funk setentista e ritmos brasileiros. Essa salada resulta neles, “Os Skrotes”. Assista Chico Abreu (baixo), Igor de Patta (teclados) e Guilherme Ledoux (bateria) tocando ‘Arco da Velha’ . Uma banda que faz música instrumental por pura diversão!

Doutor Jupter é uma banda da roça, ou melhor, há 319 quilômetros da capital. A banda de rock com pitada de coutry surgiu em 2006 em Ribeirão Preto, mas logo os integrantes decidiram mudar-se para a “cidade grande” e conquistar espaço no concorrido mundo da música. São fortemente influenciados pelo rock nacional dos anos 80 como Legião Urbana e Raul Seixas. Apesar de serem uma banda de estrada, que sempre viveu da música e tem seus pés fincados no palco, decidiram explorar a internet e todos os seus recursos ao máximo. Formada por Ricardo Massonetto (voz, composições, violão, banjo e gaita), Marcio Gonzales (guitarra, banjo e violão), Dudu Massonetto (baixo e vocais), Mateus Briccio (bateria), eles tocam ‘Dois Mundos’ pra gente.

E vocês, gostam de bandas instrumentais? Deixem seus comentários e que automaticamente vocês estarão participando do sorteio de um CD do Doutor Jupter + EP do Hangovers. O resultado será divulgado no dia 23/02.

Válvula Rock Pub confirma atrações para grito rock no sábado de carnaval em barra velha

Postado em Cena catarinense, Festival de rock com as tags , , , , , , em 15/02/2012 por Ilhota Rock Festival

Válvula Rock Pub confirma atrações para grito rock no sábado de carnaval em barra velha

Foi divulgado ontem através do site do Válvula Rock Pub, de Barra Velha, as atrações do festival Grito Rock, que acontece no próximo sábado, dia 18, durante a tarde, no próprio Pub. O Lendário Chucrobillyman, de Curitiba, Somaa, de Joinville, e a local Me and Jarabruja, foram os escolhidos para animar com muito rock o sábado de carnaval na cidade.

O Grito Rock é o maior festival integrado da América Latina e em 2012 irá acontecer em 200 cidades de 15 países. Em Santa Catarina, o evento acontecerá em 11 cidades, sendo Barra Velha a única que o realizará em fevereiro.

De acordo com Anderson Davi, gerente do Válvula Rock Pub e coordenador da produtora Válvula Rock, que também irá produzir o Grito Rock em Itajaí, será uma experiência nova para o público da cidade, que poderá conferir shows autorais durante o evento. “Serão atrações distintas, mas que mostram o potencial da música autoral em nosso estado e até no país. É importante que festivais como este cheguem até Barra Velha, para incentivar aos músicos locais a investirem nas próprias composições e conhecerem um circuito diferente de shows”, destaca.

O show começa as 15h30 e os ingressos custarão apenas R$5,00, com direito a cortesia para curtir mais uma noite da programação de carnaval do Pub. Nos dias 18 e 19 pela noite, o músico de Florianópolis Fabiano Chiqueti foi escalado para tocar muito rock nacional e internacional, com repertórios diferentes em cada dia. No dia 20, segunda-feira, será a vez de Fernando Horn embalar a noite ao som de muito pop rock. O Válvula Rock Pub fica na avenida Santa Catarina, 1192, em cima da pizzaria Forno à Lenha, no centro de Barra  Velha.

O Lendário Chucrobillyman

Após ouvir o disco “Chicken Walk” de Hasil Adkins no início de 2005, o curitibano Klaus Koti deu início a seu projeto musical tocando tudo ao mesmo tempo: bateria, guitarra, kazoo e um megafone por onde faz os vocais. Batizou o projeto de “O Lendário Chucrobillyman” e passou a rodar o mundo fazendo suas performances através destes sincronismos de elementos. Um dos nomes brasileiros mais conhecidos no quesito “monobanda” – ou banda composta por um único integrante – Koti faz uma mescla de blues, rock de garagem e o punk rock. Seu último trabalho faz a fusão destes estilos com o som peculiar da viola caipira.

Somaa

Formada em 2011 em Joinville, a Somaa é liderada pelo guitarrista e letrista Rafael Zimath, que após o hiato da promissora Alva, juntou o baterista Tiago Luis Pereira e o baixista Nedilo Xavier para formar uma nova banda. De inicio, o grupo gravou três músicas que mostram um trabalho coeso, “rock corrosivo, sólido, que dosa o peso com o efeito extasiante do pop”, como definiu bem o jornalista do Diário Catarinense, Marcos Espíndola. Em 2012, o trio se propõe e manter a produção ativa, mesclando isto aos shows pelo Estado, onde poderão experimentar a fórmula frente a frente com o público.

Me and Jarabruja

Mais que o nome curioso, Me and Jarabruja é uma atitude de coragem e experimentalismo do guitarrista local José Eduardo de Souza Leite. Por trás deste codinome, ele promete um show instrumental apenas com a guitarra, indo do blues ao metal, dosando jam session com sequências previamente ensaiadas. Na falta de outros integrantes em Barra Velha dispostos a investir no experimental autoral, não pensou duas vezes em tomar o show do Grito Rock como o primeiro de sua carreira e, talvez, torná-lo a porta de entrada para um trabalho em conjunto.

Onze Gritos de Rock em Santa Catarina! Um pré-guia do maior festival integrado da América Latina

Postado em Cena nacional com as tags , , , , , , , , em 14/02/2012 por Ilhota Rock Festival

Grito Rock 2012 banner

Vem chegando o carnaval e com ele um dos eventos mais significativos para a música independente nacional, o Grito Rock! Capitaneado pela Rede Fora do Eixo, o festival em 2012 chega a sua décima edição ratificando o título de maior festival integrado da América Latina: serão 200 cidades em 14 países. Em Santa Catarina o Grito terá um grande reflexo, com 11 cidades se escalando para promoverem seus shows.

Curiosamente, o único Grito que acontece no carnaval é do nosso estimado Válvula Rock Pub, em Barra Velha. O restante está programado para março. Além de abrir várias oportunidades para os artistas barriga-verdes, o Grito deste ano proporcionará shows nacionais de ponta a nós catarinenses. Estão caminho de Santa Catarina bandas de peso no meio independente e muitas novidades, podem ter certeza.

Grito Rock Floripa (2011-03-19)

O Grito Rock é famoso por ser uma ótima oportunidade para as bandas menores, que ainda precisam fazer seu nome e mostrarem a que vieram. Por outro lado, é também um chamariz muito grande para atrair os produtores novatos, que querem arregaçar as mangas, mas precisam chamar a atenção de suas cidades para o movimento.

Além do fator divulgação, eis mais um ponto positivo. O Grito proporciona ao produtor poder escolher as bandas que estão dentro das suas condições, sem qualquer vergonha de não ter muito a oferecer. Através do portal Toque no Brasil, as bandas podem se inscrever nos eventos que querem participar, onde o produtor deixa claro o que tem condições de financiar, como cachê, transporte, hospedagem e alimentação.

Grito Rock Floripa (2011-03-19)

Como organizador do Grito Rock Itajaí no ano passado, pude comprovar que a magnitude latina chama a atenção da imprensa. Em cinco anos de produção, nunca dei tantas entrevistas nos meios locais e estaduais como no Grito. Até mesmo colegas da faculdade de jornalismo que trabalhavam em emissoras da cidade só descobriram o meu “hobby” como produtor por causa do Grito Rock. Neste ano o festival volta a Itajaí e faremos a primeira edição de Barra Velha, onde desde dezembro nos estabelecemos com o Válvula Rock Pub.

Abaixo um calendário e algumas informações extras para você escolher onde vai gritar rock em Santa Catarina. Um pré-guia do Grito Rock:

Grito Rock Floripa (2011-03-19)

Fevereiro

18 – Sábado:

  • Barra Velha: O carro abre alas do Grito Rock em Santa Catarina vem junto com a primeira experiência do festival em Barra Velha. Uma atração nacional, uma estadual e uma banda local devem ser escaladas. O evento rola durante a tarde.

Março

8 – Quinta-feira

FlorianópolisA fórmula do Grito Rock Floripa na UFSC deu tão certo no ano passado que o Coletivo Cardume irá repetir a dose. Dessa vez os organizadores oferecem só uma vaguinha para o evento, que em 2011 reuniu mais de 4 mil pessoas. As bandas podem tentar a sorte até dia 15. Inscrições: http://tnb.art.br/oportunidades/grito-rock-america-latina/grito-rock-florianopolis-2012/.

10 – Sábado

  • LagesA Serra Catarinense pela primeira vez faz parte da rota do Grito Rock, graças ao esforço da banda Os Americanos. A empolgação com o evento foi tanta que os organizadores ampliaram para dez vagas no show, que ficam abertas aos postulantes até esta sexta-feira, dia 10. Inscrições: http://tnb.art.br/oportunidades/grito-rock-america-latina/grito-rock-lages-2012/.
  • CriciúmaO Sul esteve representado por Urussanga em 2011 e agora passa a bola para Criciúma, onde o Coletivo de artistas Murro toma a frente do Grito Rock. São sete vagas esperando para serem preenchidas até o dia 16. Informações dão conta que uma das melhores bandas independentes deste país está de malas prontas para desembarcar por lá. Inscrições: http://tnb.art.br/oportunidades/grito-rock-america-latina/grito-rock-criciuma-2012/.
  • Jaraguá do SulAs meninas da Motriz Produções saíram na frente e já divulgaram a sua lista de atrações para  o primeiro Grito Rock do seu currículo. Especialistas no punk e hardcore, as produtoras selecionaram as catarinas Rejects SA, Fatal Blow e Estado Deplorável, além da paulista Paura, para fazerem o barulho no Espaço Oca.

16 – Sexta-feira

17 – Sábado

  • Chapecó: Organizado pelo grupo do Entrevero Rock, que volta e meia agita a cena local, o Grito Rock vai tomando forma pela primeira vez na cidade. O oeste tem uma tradição róque e não deve decepcionar.
  • Ilhota: Terra do saudoso Ilhota Rock Festival, o Grito não poderia ser organizado por outro grupo que não a organização do folclórico festival. São 5 vagas para tocar, podendo se inscrever até este domingo. Inscrições: http://tnb.art.br/oportunidades/grito-rock-america-latina/grito-rock-ilhota-2012-2/.
  • Rio do SulO Coletivo Barriga Verde, que em 2011 realizou um senhor Grito Rock, aos poucos vem se reabilitando das enchentes que invadiram sua sede em setembro. Ainda sem muitas definições sobre o evento, a turma do coletivo tem realizado reuniões públicas para traçar os rumos desta edição.
  • Itajaí: Apesar de inicialmente ter anunciado o dia 3 com data do seu Grito Rock, o Válvula deve confirmar ainda essa semana a alteração para 17, facilitando assim a rota da tour de bandas de fora pelo Estado. O público não vai se arrepender nem um pouco. Bandas locais completarão o line-up.

18 – Domingo

Obs: Se esquecemos de alguma cidade, ou alguma informação do mini-guia estiver incorretas, mandem para contato@valvularock.com.br que corrigiremos assim que possível!

O Metal no MMA

Postado em Notícias do mundo rock com as tags , , , , , , , , , em 13/02/2012 por Ilhota Rock Festival

Thiago Silva: Sepultura para entrar no octógono De AC/DC, passando por Metallica e até Whitesnake, lutadores capricham na hora de escolher a trilha sonora para caminhar até o octógono.

Que o MMA (Mixed Martial Arts) é um esporte agressivo ninguém discute. Não é por caso, afinal, que há mais de uma década o tema de abertura do principal evento do gênero, o UFC, é a excelente “Face the Pain”, do Stemm.

E como os americanos são mestres no entretenimento, até a entrada de cada lutador nas edições do UFC é bastante divertida. Nela, os telões exibem imagens bem editadas, um show de luzes coloridas toma conta do ginásio e uma música escolhida pelo lutador toma conta do local enquanto ele caminha em direção ao octógono.

Por ser um esporte de luta, é natural que muitos participantes escolham canções mais pesadas, que podem variar do Rock clássico ao Nu Metal. Músicas do AC/DC e do Disturbed, por exemplo, já foram tocadas diversas vezes. “Iron Man” do Black Sabbath e “Enter Sandman” do Metallica também não são raras.

Mas o americano Clay Guida talvez seja o mais ‘headbanger’ (além de elétrico e maluco) dos lutadores. Cabeludo, ele já fez sua entrada diversas vezes ao som de Metallica, mas com a “lado B” “The Frayed Ends of Sanity,” pulando sem parar e cantando cada palavra da letra. Vladimir Matyushenko também faz bonito com “Forever Deaf”, do Motörhead, assim como Rick Story com “Overlord”, do Black Label Society.

Alguns são mais ‘posers’ (no melhor sentido da palavra!). O cipriota Constantinos Philippou, por exemplo, usa “Here I Go Again”, do Whitesnake, e na edição mais recente do evento no Rio de Janeiro, o americano Chad Mendes colocou “Paradise City” do Guns n’ Roses. Mais “moderninhos”, Dennis Siver entra com “Last Resort”, do Papa Roach, e o brasileiro Lyoto Machida com “Bleed It Out”, do Linkin Park.

Entre os que gostam de tradição, vale destacar as entradas de Michael Bisping com “London Callin” (The Clash), Nate Marquardt com “Eminence Front” (The Who) e do já aposentado Randy Couture com “Stranglehold” (Ted Nugent). Faz parte desse time também o brasileiro Antônio Rodrigo Nogueira, o Minotauro, que gosta de entrar para suas lutas ao som de “Gimme Shelter” (Rolling Stones).

Embora sejam ecléticos, os brasileiros em sua maioria preferem o Rap e o Hip Hop americano. O gênero, para os lutadores de MMA, é uma espécie de pagode para os jogadores de futebol. Destaque absoluto, portanto, para Thiago Silva, que usa “Ratamahatta”, do Sepultura, em suas entradas. É verdade que nesse mesmo disco temos outras faixas que seriam até mais indicadas como “Roots Bloody Roots” e “Attitude” (inclusive com videoclipe gravado dentro do octógono e com participação dos Gracie), mas já é melhor que a maioria.

Campeões incontestáveis no octógono, nossos lutadores bem que poderiam caprichar um pouco mais na hora de selecionarem suas músicas de entrada. Está prometida para junho uma edição do UFC em São Paulo no estádio do Pacaembu ou do Morumbi, repleta de lutadores brasileiros. Seria bom poder ouvir um som mais pesado antes de colocarmos os gringos para dormir.

Veja o videoclipe de “Attitude”, do Sepultura, com o metal e a luta se encontrando:

Por Rafael Sartori, da rRedação TDM

Livro “Os Arquivos de Elvis” ganha edição nacional

Postado em Notícias do mundo rock com as tags , , , em 12/02/2012 por Ilhota Rock Festival

Livro "Os Arquivos de Elvis" ganha edição nacional

Tendo sido quem foi, Elvis Presley não precisa de introdução. Goste ou não, não há quem não o tenha ouvido ou visto. E é fácil pensar que mais um livro sobre Elvis é apenas ‘mais um livro sobre Elvis’.

E “Os Arquivos de Elvis”, que chega ao Brasil pela Editora Madras, não tem mesmo a pretensão de revelar algo inédito ou revolucionar a história do cantor. O objetivo do livro, lançada originalmente em 2004, é o de ser uma espécie de referência básica sobre o artista, compilando momentos em fatos e fotos. A ordem cronológica dá o tom biográfico à obra.

O livro foi escrito por Todd Slaughter, presidente do fã clube britânico de Elvis Presley, e por Anne E. Nixon, considerada uma ‘expert’ em Elvis. Eles são os responsáveis por fazer de “Os Arquivos de Elvis” uma obra confiável.

O texto é direto e conciso, escrito da perspectiva de quem conhece o assunto, mas que usou o tempo como aliado para entender, nos dias de hoje, o mito que as décadas produziram. Apesar disso não há análises profundas ou passagens especulativas. É tudo muito objetivo nas mais de 150 páginas de “Os Arquivos de Elvis”.

Por isso mesmo, para o aficionado por Elvis o livro pode não ser tão legal, uma vez que ele já sabe tudo, já viu tudo e vai querer mais. A estes, os autores recomendam, nas entrelinhas, que visitem os locais onde Elvis nasceu, estudou, trabalhou, viveu e morreu – não há maneira melhor de se aproximar do músico. Para os demais, “Os Arquivos de Elvis” certamente revelará um charme especial.

Elvis PresleyEsse charme é reforçado pelas mais de 100 fotos que acompanham o texto. Entre conhecidas, raras e exclusivas, elas mostram vários momentos da vida do cantor – ainda criança de colo, adolescente empunhando uma arma de brinquedo e com uniforme militar, entre muitas outras – e ilustram a história positiva contada por Todd Slaughter.

Os Arquivos de Elvis” chega às lojas com o preço sugerido de R$ 84,90. É possível comprar o livro no site da editora:  ww.madras.com.br.

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